Documentos e chaves sobre mesa — organizando o patrimônio familiar

Seu pai faleceu e o imóvel ainda está no nome dele?

Proteja o patrimônio da sua família — sem surpresa na conta de imposto e sem burocracia.

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Milhares de famílias brasileiras vivem com o inventário parado. Se a sua é uma delas, existe um caminho seguro para resolver.

Isso é sobre você se…

Perdeu um pai, mãe ou cônjuge e não sabe por onde começar o inventário

O imóvel da família está no nome do falecido e não pode ser vendido, financiado nem usado como garantia

Tem medo da multa por ter deixado o inventário para depois — e não sabe quanto já acumulou

Não tem dinheiro para pagar ITCMD, advogado e cartório de uma vez

Um herdeiro não quer assinar ou se recusa a cooperar com a partilha

As contas bancárias do falecido foram bloqueadas e a família precisa do dinheiro

dívidas de IPTU, condomínio ou financiamento correndo juros no nome do falecido

Houve mais de um falecimento na família e os inventários se acumularam

O que acontece quando o inventário fica parado

A cada mês de atraso, a multa do ITCMD cresce — e pode chegar a 20% do imposto total.

O prazo legal para abrir o inventário é de 60 dias após o falecimento. Depois disso, alguns estados aplicam multa de 10% sobre o ITCMD — subindo para 20% após 180 dias. Mais os juros de mora.

O imóvel no nome do falecido não pode ser vendido, financiado nem alugado formalmente.

Enquanto o inventário não for concluído, o patrimônio fica paralisado. Não pode ser usado como garantia para empréstimo. Comprador desiste porque o banco nega financiamento. Se vendido informalmente — "a posse" — perde valor significativo.

Se um herdeiro mora sozinho no imóvel há anos, ele pode tentar usucapião contra os demais.

Um irmão que ocupa o imóvel pode, com o tempo, alegar posse exclusiva e entrar com pedido de usucapião. Quanto mais tempo passa sem inventário, mais forte fica esse argumento.

O banco bloqueia contas e aplicações do falecido — e a família fica sem acesso ao dinheiro.

Com o falecimento, bancos exigem inventário ou alvará judicial para liberar valores. Isso pode significar ficar sem acesso a poupança, salário, aposentadoria e investimentos — justamente no momento em que a família mais precisa.

IPTU, condomínio e financiamentos continuam gerando juros — e podem levar à penhora do imóvel.

As dívidas do falecido não desaparecem. IPTU em atraso vira dívida ativa. Condomínio não pago gera execução judicial. Se não houver inventariante para cuidar dessas obrigações, o imóvel pode ser levado a leilão.

A alíquota do ITCMD está subindo. Quem fizer inventário depois pode pagar mais do que quem faz agora.

A Emenda Constitucional 132/2023 tornou obrigatória a progressividade do ITCMD em todos os estados. Na prática, alguns estados que hoje cobram 4% fixo terão que adotar faixas progressivas que podem chegar a 8%. Isso pode significar pagar o dobro de imposto se você esperar.

Não deixe a multa crescer enquanto o patrimônio se deprecia.

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Análise inicial do seu caso. Sem compromisso.

Você não precisa enfrentar isso sozinho.

Sabemos que o momento é difícil.
Você acabou de perder alguém importante — e, no meio da dor, precisa lidar com documentos, impostos, cartórios e, muitas vezes, com divergências entre familiares que também estão sofrendo.

É uma situação que ninguém escolhe. Mas não precisa ser enfrentada sem apoio.

O inventário não precisa ser um pesadelo burocrático. Existe um caminho com custos claros, etapas definidas e acompanhamento jurídico em cada passo.
Em muitos casos, tudo pode ser resolvido no cartório, sem necessidade de ir ao Fórum.

Da análise do seu caso até os bens no nome dos herdeiros — nós cuidamos de todo o processo para você.

Como funciona o inventário — passo a passo

1

Análise do seu caso

Avaliamos sua situação. Verificamos documentos, patrimônio, número de herdeiros e qual o melhor caminho: inventário em cartório (mais rápido e econômico) ou inventário judicial.

2

Documentação completa

Reunimos toda a documentação necessária — certidões, avaliações, negativas de débito. Não se preocupe se não tiver tudo: nossa equipe identifica o que falta e orienta como conseguir cada documento.

3

Cálculo e pagamento do imposto

Calculamos o ITCMD com precisão, identificamos possíveis isenções e orientamos sobre formas de pagamento — inclusive parcelamento e uso dos próprios bens da herança para custear o processo, quando viável.

4

Inventário e partilha

Damos entrada no inventário, seja no cartório (via extrajudicial) ou no Fórum (via judicial). Acompanhamos cada etapa, intermediamos a partilha entre os herdeiros e mantemos você informado do andamento.

5

Bens no nome dos herdeiros

Com o inventário concluído, imóveis são registrados, contas são liberadas e o patrimônio fica formalmente no nome dos herdeiros. Regularizado e protegido para a próxima geração.

Inventário Extrajudicial (Cartório)

Para casos em que todos os herdeiros são maiores, estão de acordo e não há testamento. Mais rápido — pode ser concluído em semanas. Sem necessidade de ir ao Fórum.

Inventário Judicial

Para casos com herdeiro menor de idade, conflito entre herdeiros ou testamento. Prazo variável conforme a complexidade e a comarca.

“Você não precisa saber qual é o seu caso. Na análise inicial, explicamos qual via é a mais indicada — e quanto vai custar.”

Por que confiar no escritório Soares & Gasparetto

4.9★★★★★113 avaliações no Google
★★★★★

Excelente atendimento, trabalho com ética, transparência, clareza do que está sendo feito.

Cida Bacaycoa
★★★★★

Muito bem atendido, recomendo! Além do atendimento atencioso, resolveram minha causa rapidamente.

Rafael Figueroa
★★★★★

Ótimo atendimento, são muito atenciosos e prestativos. Sanaram todas as dúvidas que eu tinha.

Milla Kristinna

Fale com um especialista e entenda como regularizar a herança da sua família

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Suas informações são protegidas e utilizadas exclusivamente para análise do seu caso. Atendimento sigiloso.

Dúvidas frequentes sobre Inventário

Enquanto o inventário não é feito, a herança não protege sua família — ela coloca em risco.

A multa de ITCMD corre a cada dia. O imóvel não pode ser negociado. As contas ficam bloqueadas. As dívidas do falecido continuam gerando juros.
E, com a reforma tributária, a alíquota tende a subir para quem espera.

O patrimônio que seu pai, sua mãe ou seu cônjuge construiu em décadas merece ser protegido — não consumido pela inércia.

Regularizar agora é mais simples do que parece. E pode começar com uma análise sem compromisso.

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